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Preso em Salvador homem que teria trancado turista holandesa em quarto

Um homem de 38 anos foi preso nesta quinta-feira, 24, em Salvador, apontado como o segundo suspeito de estuprar uma turista holandesa, segundo informações da Polícia Civil. Identificado como Remerson Santana Pires, ele é investigado por um crime ocorrido no dia 17 de setembro deste ano envolvendo duas estrangeiras.

De acordo com as investigações, as duas turistas conheceram dois homens na região da praia do Porto da Barra. Após o encontro, uma das visitantes seguiu para a residência de um dos suspeitos, enquanto a outra foi levada até uma pousada no bairro do Campo Grande.

Na pousada, Remerson teria trancado a porta do quarto e insistido em manter relações sexuais com a turista, mesmo sem o consentimento dela, conforme aponta a apuração policial.

Ao saber que policiais haviam ido até sua casa, o investigado se apresentou voluntariamente na sede da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur). Na unidade, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva contra Remerson.

A Polícia Civil informou ainda que, durante as investigações, foi constatado que o suspeito já responde a uma ação penal no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) por estupro de vulnerável. Após o cumprimento da ordem judicial, ele permaneceu custodiado e está à disposição da Justiça.

O caso ganhou desdobramentos nos dias anteriores: o primeiro suspeito, identificado como Matheus Bezerra da Conceição, chegou a ser preso, mas foi liberado na audiência de custódia na terça-feira, 22. Matheus havia sido localizado e detido no domingo, 20, no Porto da Barra, após a denúncia das vítimas.

As investigações continuam para apurar a participação de cada envolvido e reunir provas que subsidiem o processo. A Deltur coordenou as diligências iniciais por envolver turistas e locais de hospedagem na capital baiana.

Autoridades reforçam a importância de denúncias imediatas em casos de violência contra visitantes e lembram que a atuação rápida das polícias contribui para identificar suspeitos e proteger vítimas. A Justiça deverá avaliar as medidas cautelares e o prosseguimento das ações penais relacionadas ao episódio.