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Retorno para São Cristóvão trava a Paralela e volta a colocar gargalo viário em pauta

Quem passa pela Avenida Paralela nos horários de pico já conhece a cena: longas filas, trânsito lento e muita dificuldade para acessar diferentes regiões da cidade. Um dos pontos que mais chama atenção está no fluxo de veículos que utiliza o retorno e o acesso ao viaduto em direção a São Cristóvão.

O movimento acaba impactando diretamente quem precisa acessar Stella Maris, além de provocar retenções na própria Paralela e interferir no deslocamento de motoristas que seguem em direção a Lauro de Freitas.

A situação reacende uma discussão importante sobre a necessidade de intervenções viárias capazes de distribuir melhor o fluxo e garantir mais fluidez para quem circula pela região.

PROJETO DE NOVO VIADUTO JÁ ESTÁ NO RADAR DA PREFEITURA

E a questão não é nova. De acordo com informações divulgadas em janeiro deste ano, a Prefeitura de Salvador já estuda um projeto para a construção de um novo viaduto na Avenida Paralela, justamente no trecho entre Bairro da Paz e Mussurunga, apontado como um dos principais gargalos do sistema viário da capital.

Segundo a informação divulgada na época, o projeto já contava com orçamento e poderia ter as obras iniciadas ainda em 2026. A proposta busca melhorar o deslocamento de quem segue para São Cristóvão, Mussurunga e demais regiões, além de facilitar os movimentos de retorno na Paralela.

Outro ponto previsto seria uma nova ligação viária entre a Avenida Carybé e a Estrada CIA-Aeroporto, criando uma alternativa para determinados fluxos e ajudando a desafogar a região.

E STELLA MARIS?

Para quem mora ou trabalha em Stella Maris, a discussão também é diretamente importante.

A atual configuração do trânsito faz com que o congestionamento provocado pelo fluxo para São Cristóvão avance sobre a Paralela e prejudique outros acessos. Em horários de maior movimento, o problema deixa de ser pontual e passa a afetar diferentes sentidos da via.

Uma intervenção que organize melhor esses fluxos pode representar não apenas mais agilidade para quem segue para São Cristóvão e Mussurunga, mas também mais fluidez para quem precisa acessar Stella Maris e bairros da região.

A questão agora é transformar o projeto em solução efetiva.

Enquanto isso, motoristas continuam enfrentando diariamente um dos principais gargalos viários da região — e a pergunta que fica é: quando essa intervenção sairá do papel?

📍 A InfoStella vai continuar acompanhando essa pauta e cobrando soluções que melhorem a mobilidade e o acesso a Stella Maris.